Guerra pelo Talento em IA: Google DeepMind Usa Cláusulas de Não Competição para Reter Pesquisadores

Guerra pelo Talento em IA: Google DeepMind Usa Cláusulas de Não Competição para Reter Pesquisadores

Guerra pelo Talento em IA: Google DeepMind Usa Cláusulas de Não Competição para Reter Pesquisadores

A competição acirrada entre gigantes da tecnologia como Google, OpenAI e outros está tornando a retenção de talentos em inteligência artificial (IA) um desafio cada vez maior. A divisão de IA do Google, DeepMind, está recorrendo a medidas extremas para manter seus pesquisadores, segundo relatos da Business Insider.

De acordo com a publicação, a DeepMind está utilizando acordos de não competição "agressivos" para alguns funcionários de IA no Reino Unido. Esses acordos impedem que os pesquisadores trabalhem para concorrentes por até um ano. Alguns desses funcionários são remunerados durante esse período, o que pode ser visto como um longo período de férias remuneradas. No entanto, essa prática pode fazer com que os pesquisadores se sintam excluídos do rápido progresso da IA.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, a Comissão Federal de Comércio (FTC) baniu a maioria das cláusulas de não competição no ano passado, mas essa regra não se aplica à sede da DeepMind em Londres.

Recentemente, o vice-presidente de IA da Microsoft, Nando de Freitas, compartilhou no X (antigo Twitter) que funcionários da DeepMind estão entrando em contato com ele em desespero, buscando maneiras de escapar dessas cláusulas de não competição. De Freitas mencionou que esses pesquisadores também estão procurando emprego, pois seus gerentes sugerem que essa é a única maneira de obter uma promoção.

O Google não respondeu a um pedido de comentário da TechCrunch, mas informou à Business Insider que utiliza cláusulas de não competição de forma "seletiva".

Essa situação destaca a intensidade da guerra pelo talento em IA e as medidas extremas que as empresas estão dispostas a tomar para manter seus melhores pesquisadores.

Compartilhe este artigo